A verdade sobre o comer emocional (e por que nem sempre ele é um problema)
- 22 de jan. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 14 de abr.
“Você come suas emoções?”
Provavelmente você já ouviu essa pergunta, muitas vezes, ela aparece carregada de julgamento. Mas quase ninguém diz que, na verdade, nem todo comer emocional é um problema.
Vou te explicar:

A comida não serve só para nutrir o corpo. Ela também tem outros papéis em nossas vidas, como afetivo, cultural, social...
Um chocolate quente em um dia chuvoso, dividir uma pizza com amigos, ou tomar uma sopa quando você está doente... Isso também é comer emocional, e é completamente normal.
O problema não é sentir vontade de comer por motivos emocionais. O problema é quando a comida se torna a única forma de lidar com o que você sente.
Quando o comer emocional deixa de ser saudável?
Existe uma diferença importante entre o comer emocional funcional versus disfuncional. E essa diferença não está no que você escolhe comer, mas sim em como acontece e o que você sente ou deixa de sentir.
O comer emocional funcional ("normal"):
Acontece de vez em quando, especialmente em momentos tranquilos
Você come com presença e consegue aproveitar
Consegue parar quando está satisfeita
Se sente feliz por ter comido algo que gosta
Já o comer emocional disfuncional:
É quando você está usando a comida como fuga ou anestesia
Come no automático, desconectada e mais rápido que o normal
É difícil perceber a saciedade ou conseguir parar de comer
Você sente culpa, frustração ou sensação de perda de controle
E isso não acontece “do nada”. Geralmente está ligado à uma relação ruim com a comida e dificuldade de lidar com emoções.
Um ponto importante que quase ninguém fala é que você não é só um corpo que precisa de nutrientes.
Você é uma pessoa com emoções, desejos, histórias, memórias... vivendo em um ambiente cheio de estímulos e alimentos altamente palatáveis. Ou seja, é normal sentir vontade de comer por motivos que não seja fome.
Mas atenção, comer emocional pode estar te prejudicando
Se você está frequentemente buscando comida por prazer ou recompensa, você acaba se desconectando dos seus sinais de fome e, consequentemente, come mais do que o seu corpo precisa. Quando a comida se torna a principal (ou única) forma de lidar com os desconfortos emocionais, acarreta em prejuízos para a autoestima e seu autocuidado. Além disso, sua alimentação pode ficar desorganizada e sem estrutura.
Se você se identificou, você deve estar cansada de sentir que a comida a controla a sua vida. Mas a boa notícia é que a sua relação com a comida pode ser construída de forma diferente.
No meu acompanhamento nutricional especializado, eu te ajudo a desenvolver:
Consciência
Perceber por que você está comendo
Conexão com o corpo
Respeitar fome e saciedade
Estrutura
Ter uma rotina alimentar possível e sustentável
Flexibilidade
Permitir variedade sem culpa
Entre em contato para agendar a sua consulta, vai ser um prazer te ajudar nesse processo!


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